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ENDOCRINOLOGIA INFANTIL

Endocrinologia Infantil é a área da Pediatria que tem como objetivo tratar de doenças relacionadas aos problemas hormonais, metabólicos e nutricionais nas crianças e adolescentes. São problemas relacionados ao crescimento, hipófise/hipotálamo, diabetes, puberdade, tireóide, obesidade, problemas sexuais, com o colesterol glândulas supra-renais, entre outros.

Cada característica, quando avaliada criteriosamente, pode evitar problemas importantes no desenvolvimento, crescimento, metabolismo e maturação dos órgãos das crianças.

ÁREAS DE ATUAÇÃO

  • Doenças da hipófise
  • Problemas de crescimento (baixa ou alta estatura)
  • Diabetes Mellitus tipo 1 e 2
  • Puberdade precoce ou atrasada
  • Problemas do ciclo menstrual
  • Distúrbio de tireóide
  • Obesidade e sobrepeso
  • Excesso de pelos
  • Problemas de colesterol e triglicérides
  • Síndrome metabólica
  • Hipoglicemias
  • Doenças da glândula suprarrenal
  • Síndrome de Cushing
  • Diabetes insípidus
  • Síndrome de Turner
  • Distúrbios da diferenciação sexual
  • Criptorquidia
  • Ospeoporose e problemas do metabolismo do cálcio (deficiência de vitamina D, Hiperparatireoidismo, raquitísmo, etc)

Diabetes Infatil

Diabetes é uma doença causada pelo excesso de glicose (açúcar) no sangue. Este excesso pode surgir de 2 formas: falta de produção do hormônio chamado insulina (diabetes tipo 1) ou dificuldade da sua ação sobre as células do organismo (diabetes tipo 2).

A insulina é responsável pelo transporte da glicose do sangue para dentro das células.

Sintomas

  • - Muita sede e fome;
    - Aumento da urina;
    - Perda de peso;
    - Dor abdominal;
    - Náuseas e
    - Vômitos.

PERÍODO NEONATAL

O período neonatal corresponde ao intervalo de tempo entre o nascimento e os 28 dias de vida. Corresponde ao período de maior risco para a criança, e portanto todos os aspectos da criança devem ser observados com o dobro da atenção para que qualquer doença possa ser previnida ou contida antes de seu desenvolvimento...

SINAIS DE ALERTA

  • PERÍODO NEONATAL: Diferenciação genital; hipoglicemias; hipotireoidismo congênito; hiperplasia adrenal congênita.

    CRIANÇAS MENORES: Crescimento deficiente; hipotireoidismos adquiridos; diabetes melitus tipo 1; sinais puberais de apresentação precoce.

    ADOLESCÊNCIA: Falta de desenvolvimento puberal e genital; disfunções tireoideanas autoimunes; diabetes melitus tipos 1 e 2, obesidade, problemas com o colesterol.

CRESCIMENTO NATURAL

O crescimento de crianças e adolescentes deve ser vigiado, desde o nascimento até a obtenção da estatura final, utilizando-se de gráficos de crescimento, que estejam ajustados para a população, idade e sexo a que o indivíduo pertença.

SINAIS DE ALERTA

  • Percentuais ou canais de crescimento abaixo do padrão populacional ou inferior ao esperado para o padrão genético da família;

    Desaceleração do crescimento com relação à velocidade esperada para a idade;

    Sexo e grau de desenvolvimento;

    Previsão de estatura final abaixo da estatura alvo familar.

PUBERDADE

Puberdade é a fase do desenvolvimento que prepara a criança para a maturação sexual. Caracteriza-se por uma sequência de alterações biológicas, regidas por hormônios, e pelo aumento da velocidade de crescimento (estirāo), surgimento dos caracteres sexuais secundários e alterações psicossociais.

O início da puberdade deve ocorrer entre 8 aos 13 anos, nas meninas, e no período que vai dos 9 aos 14 anos, nos meninos.

Deve ter seu desenvolvimento acompanhado através de gráficos e medidas especiais.


SINAIS DE ALERTA

  • A Puberdade é considerada Precoce quando se inicia em:           
    Meninas menores de 8 anos                                                        
    Meninos menores de 9 anos
                                                          

    A Puberdade é considerada Atrasada quando não se inicia em:
    Meninas maiores de 13 anos
    Meninos maiores de 14 anos

    Requerem investigação e, frequentemente, tratamento. 

OBESIDADE E DIABETES

A Obesidade é um distúrbio metabólico decorrente de fatores genéticos, ambientais e comportamentais, que leva ao acúmulo de tecido adiposo no organismo.
O excesso do tecido adiposo favorece alterações metabólicas e manifestações de comorbidades como diabetes, doenças cardiovasculares, osteomusculares, entre outras.

A Obesidade está em franca ascensão. Em 1975, 10% dos meninos e 8% das meninas entre 5 e 9 anos eram obesos. Em 2009 esses valores aumentaram para 34,8% e 32% respectivamente.  

1/3 das crianças pré-escolares obesas e 1/2 das escolares obesas terão problemas na vida adulta.

REPERCUSSÕES CLÍNICAS E METABÓLICAS

  • - Diabetes
    - Hipertensão Arterial
    - Colesterol Alto
    - Doença Gordurosa do Fígado
    - Resistência Insulínica
    - Apnéia Obstrutiva do Sono
    - Alterações Ortopédicas
    - Alterações Dermatológicas
    - Síndrome dos Ovários Policísticos
    - Alterações Menstruais
    - Puberdade Precoce

TESTE DO PEZINHO

O Teste do Pezinho é um exame realizado da amostra de sangue coletada do calcanhar do bebê, entre o 3o e o 7o dia de vida. O teste no Brasil é obrigatório e atualmente abrange 6 doenças pelo Programa Nacional de Triagem Neonatal do Ministério da Saude. Sao elas: 
1 - Fenilcetonuria
2 - Hipotireoidismo Congenito
3 - Doenças Falciformes e outras hemoglobinopatias
4 - Hiperplasia Adrenal Congenita
5 - Fibrose Cistica
6 - Deficiencia de Biotinidase
Tais doenças, quando diagnosticadas precocemente, podem ser tratadas com sucesso, mesmo antes da manifestaçāo de seus sintomas.
 
Destacamos duas:
O HIPOTIREOIDISMO CONGENITO 
Doença hereditaria que provoca o mau funcionamento da glândula tireoide e, consequentemente, a não produção adequada do seu hormônio, a tirocina (T4). Criança com essa doença apresenta alterações no metabolismo, crescimento e desenvolvimento mental. 
É a causa mais comum de retardo mental prevenivel.
 
HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA
Doença hereditária que provoca o mau funcionamento da glândula adrenal, localizada acima dos rins, tendo como consequência o aumento da produção de hormônios androgênicos (masculinos) e alterações na produçāo dos hormônios cortisol e aldosterona.
A doença pode se apresentar em sua forma leve (não clássica), que causa apenas excesso de pêlos, acne, alterações menstruais e dificuldade para engravidar na vida adulta, como pode se apresentar em sua forma mais grave (forma clássica perdedora de sal), que causa virilização nos fetos femininos, hipoglicemia, alterações na pressão arterial, vômitos e desidratação que pode ser grave.

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